Uma carta natal, mapa astrológico, horóscopo é como uma 'fotografia do céu' representando as posições ocupadas pelo Sol, Lua e planetas no nosso sistema solar, visto do local de nascimento onde ocorreu a primeira respiração do ser, empresa, país, evento que deu à luz, que entrou na vida como organismo independente.
Como tudo na vida é movimento, dinamismo, a carta astral não representa uma informação acabada, mas sim um potencial que cada pessoa transporta para a vida a todos os níveis: psico-afectivo, energético, intelectual, social. As escolhas que fazemos a partir desse potencial que trazemos, representando a margem de livre arbítrio disponível, face ao binómio consciência - versus leis universais, constituem também a nossa responsabilidade - habilidade de responder - na viagem da vida.
A leitura da carta astral revela os padrões característicos da pessoa, o seu perfil psico-astrológico, as suas tendências naturais expressas em todas as áreas da vida – vocação, relacionamentos, cuidados com a saúde, ensino e aprendizagem, emoções, espiritualidade, etc. A mesma leitura do mapa revela também o sentido mais profundo para as vivências que, em cada instante, somos convidados a ter, lançando uma preciosa Luz sobre – aquilo que nos acontece – e favorecendo a leitura profunda dos momentos fulcrais das nossa vida. Quando percebemos o sentido de uma crise, ela pode então verdadeiramente transformar-se numa oportunidade de evolução e benção.
A consulta, para além de ser um encontro privilegiado consigo mesmo, revela o que lhe está a ser pedido neste momento da sua vida. O que deve saber para não remar contra a maré e para potenciar ao máximo as suas escolhas. Vemos o processo que tem vindo a viver e fazemos o estudo para o período de um ano, para além de assinalarmos outras datas importantes.
Como sabedoria com um poder ímpar de nos devolver a nós mesmos, ela promove e reforça o auto-conhecimento que nos permite fazer escolhas cada vez mais conscientes. Até descobrirmos que o caminho da felicidade, também passa por nos aceitarmos como somos, por procurar cada vez mais a unidade, em nós e com os outros, e por sermos fieis ao nosso destino-Vida, vivendo versões cada vez mais excelentes de nós mesmos!